ASTECA


BOULOS: JUÍZA QUE MANDOU PRENDER ATIVISTAS DO MTST FREQUENTA ATOS DO MBL E VEM PRA RUA


Líder do MTST denuncia que a juíza do Tribunal de Justiça de São Paulo Marcela Filus, que determinou a prisão de três ativistas do movimento que participavam da greve geral de sexta-feira 28, é "frequentadora dos atos do MBL [Movimento Brasil Livre] e Vem Pra Rua"; em uma postagem no Facebook, a juíza confirma sua participação em um ato no dia 4 de dezembro de 2016, que foi organizado pelo MBL; os três manifestantes foram transferidos nesta terça-feira 2 para o Centro de Detenção Provisória Vila Independência, na Vila Prudente

2 DE MAIO DE 2017 ÀS 13:00 // 247 NO TELEGRAM  [Telegram]  // 247 NO YOUTUBE  [Youtube]

SP 247 - O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e da Frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos, denunciou que a juíza do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) Marcela Filus, que determinou a prisão de três ativistas do MTST que participavam dos protestos da greve geral na última sexta-feira (28), é "frequentadora dos atos do MBL [Movimento Brasil Livre} e Vem Pra Rua".

"ESCANDALOSO! Juíza Marcela Filus, que determinou a prisão dos 3 ativistas do MTST na greve, é frequentadora dos atos do MBL e Vem Pra Rua", postou Boulos em sua conta no Twitter. Ele reproduziu a imagem de uma postagem da magistrada do Facebook em que ela confirma sua participação em um ato que seria realizado no dia 4 de dezembro de 2016, organizado pelo MBL.

A magistrada justificou a conversão da detenção em prisão preventiva com base em relatos de policiais militares apontando que um dos suspeitos foi preso momentos antes de tentar iniciar focos de incêndios em uma rua da zona leste de São Paulo. Já os outros dois suspeitos teriam disparado rojões contra os policiais.

Segundo ela, os crimes são graves e a prisão é uma medida necessária para assegurar a "garantia da ordem pública". Os três manifestantes foram transferidos nesta segunda-feira (2) Centro de Detenção Provisória Vila Independência, na Vila Prudente. Jucary, Ricardo e Luciano são acusados de incitação ao crime, incêndio e explosão.

Fonte: Brasil 247

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